VIDA MARAVILHOSA
Marco Aurélio Baggio
Nossa história começa com um grande tiro, disparado pela
pistola do Universo. Um único: surdo, incolor, definitivo, formidável.
No Cartório de Registro de Notas está exarada a data: 13,7
bilhões de anos decorridos.
No primeiro segundo, ocorreram os principais fenômenos de
constituição de nosso Universo. O principal deles foi a ocorrência, única e
fugaz, do bóson de Higgs. De uma forma postulada, mas ainda não sabida, Higgs
deu massa aos 3% a 4% de matéria bariônica luminosa que veio a constituir os
gases, a poeira cósmica, as estrelas e os 100 a 150 bilhões de galáxias
detectáveis.
A segunda coisa mais
espantosa ocorrida no segundo inicial após o Grande Estampido surdo e sem luz
foi a brutal expansão do Universo por trilhões de quilômetros nesse segundo.
O resto veio por mera evolução física cosmológica, inscrita
no âmago das prerrogativas deste nosso Universo. Três a quatro por cento são
constituídos da matéria
bariônica luminosa dos 150 bilhões de galáxias.
Vinte a vinte e quatro por cento de uma esquisita ainda não
decifrável matéria
escura não
luminosa, presumivelmente, é aparentada com a matéria clara bariônica. Talvez
composta, em pequena parte, por neutrinos e por neutralinos. O resto, porém, o
demais? Ainda incognoscível. Setenta, setenta e cinco por cento da massa
atrativa gravitacional ou antigravitacional de nosso Universo é constituída,
sabe-se bem hoje, pela energia escura, que ninguém viu nem sabe como e o que é, mas a fé científica dos
melhores pesquisadores postula, com toda convicção, existir.
– E antes? O que havia antes do Big Bang?
Por um segundo me prendem em perplexidade. Eu e meus
asseclas temos nossas armas. Saco
rápido e atiro:
– Antes do Big Bang, houve um grande esmagamento, uma grande
concentração lenta, que durou bilhões de anos. Escura, por si própria
comandada, onipotente, absolutamente consciente do que estava urdindo, toma
conta de todo o Universo, peculiar e específico, onipresente. Não gostam da resposta, mas gostam de gastar
balas e assacam:
– Concentração de quê?
Caíram na minha armadilha...
– Então, sujeito, põe a cabeça para funcionar. Você anda de avião, trata-se com antibiótico,
acredita no celular, usa alimentos industrializados (há outros que não o sejam?),
vê televisão, acredita no governo, fotografa?
Você está perdido: tem que dar crédito à senhora ciência e a
sua serviçal, a tecnologia. O que a
ciência, a cosmologia nos diz, nos afirma e nos oferece é que a matéria
bariônica dos 150 bilhões das galáxias é constituída de 70% a 75% de átomos de
hidrogênio, peso molécular um.
O resto do Universo é composto por 70% a 75% de energia escura.
Daí, meu caro, é fácil deduzir: o Big Crunch se deu por
esmagamento da energia
escura, a ponto de
a energia escura vir a pesar trilhões de toneladas por centímetro cúbico. Tão
insuportavelmente denso e concentrado e pesado que não mais se sustentou:
explodiu. Tal qual eu e você quando ficamos putos de raiva.
Simples assim!
Você ainda tem uma bala no cilindro do revólver, tô vendo, você não...
Mas sou bonzinho como o gato que busca e tortura o rato
antes de matá-lo. Ou como a vespa Ichneumonidae,
que deposita seus
ovos dentro da lagarta viva para seus rebentos dela se banquetear e devorar.
(Foram esses exemplos de uma mãe natureza bonita por
natureza que fizeram Charles Darwin descrer de vez da bondade de deus).
Você pode redarguir:
– Você tá misturando as coisas, Marco Aurélio. Como pode
energia, que por definição não tem massa, vir a pesar trilhões de toneladas por
centímetro cúbico? É impossível, você está dizendo um absurdo ensandecido.
– Pois é, bebé! Você já ouviu falar em paradoxo?
– Pois este é o
primeiro paradoxo cósmico que nosso Universo vai fazê-lo engolir e
digerir. Ele é ignoto e incognoscível,
inescrutável e outras cositas
más.
Eternamente iniciado, nosso Universo é uma sanfona, um bandoneón plangente não escangalhado, de Big
Crunchs, Big Bangs, Universo em expansão contínua, frialdade e eternos ciclos
de eterno retorno.
A natureza nos é indiferente: nem bondosa, nem cruel.
E nós vamos no meio, aparecendo aos 44 minutos e 59 segundos
do segundo tempo de uma partida de futebol cósmica.
Chega de cogitar sobre a eternidade, o que não interessa,
pois somos seres fadados a curtos-circuitos. Vamos adiante, pela Lei Juscelino
Kubitschek.
– Há dez bilhões de
anos, constituiu-se uma galáxia em espiral, mediana, que é a nossa Via de
leite. Ou do leite. Há 4,8 bilhões de anos, nela surgiu, em seu braço externo,
uma estrela de 6ª grandeza, o nosso genitor cósmico, o Sol. Quase todo composto
de hidrogênio e, como toda estrela, o Sol não passa de um forno de cozimento
nuclear do hidrogênio para se transformar em hélio e perder 0,007% de sua massa
bariônica, transformada em energia térmica luminosa e vários tipos de radiações.
Somos todos filhos do Sol. Comemos e vivemos de sua energia
irradiada sobre este nosso planeta, postado em posição excepcionalmente
privilegiada: Cachinhos Dourados. A
Terra surgiu há 4,5 bilhões de anos. A água total apareceu, completa e
definitiva, há 4 bilhões de anos. A rocha mais antiga detectada tem 4,4 bilhões de anos. A vida surgiu há 3,9, 3,8
bilhões de anos: bactérias eternas e estromatólitos. Por dois bilhões de anos, só existiu vida bacteriana unicelular
sem núcleo: procariontes.
Há 700 milhões de anos, surgiu a fauna radial achatada de
Ediacaram, por todo o planeta. Já extinguida.
Foi, porém, no erastema Cambriano, entre 590 milhões e 505
milhões de anos, que aconteceu a explosão da vida na Terra. Uma centena de
filos, de programas corporais específicos e inusitados, com seus Bauplans escalafobéticos fizeram sua entrada
na orquestra da vida animal e tiveram sua milionésima existência até se
extinguirem por ação da grande ceifadeira, que é a evolução, escoltada pelo
transcurso dos tempos geológicos.
Um verme, um artrópode surgido entre tantos, por volta de
500, 505 milhões de anos, é o nosso concentral. Possui uma haste dorsal
enrijecida, que dá nome ao nosso filo: Chordata. Nela derivam as
características faixas em V dos miótomos das bandas musculares dos cordados.
Nosso mais antigo ancestral imediato de que se tem registro é a esquisita e
simpática Pikaia
gracilens, que deu origem a nossa linhagem: a dos
animais pluricelulares cordados. Dotada de um eixo longitudinal, com posições
cefálica e caudal, ao longo se condensa uma notocorda, que derrama e delimita o
corpo em um estrutura bilateral, à esquerda e à direita.
Pikaia sobreviveu às cinco grandes (e tantas outras pequenas) extinções e deu
origem aos cordados. São milhares de espécies. Entre eles, um verme de 5 a 10
centímetros, um artrópode peludo, encontrado vivo, como um fóssil vivo, o Peripatus acacioi. Vive aqui, no Vale do Tripuí, em
Ouro Preto, há 225 milhões de anos. É nessa floresta atlântica residual, nesse
relicto preservado à montante da cidade de Ouro Preto. No mesmo vale, encravado
antes do Pico do Itacolomi, cuja corrida do ouro, a partir de 1698, 1700, deu
origem às minas do ouro, às Minas e aos Gerais.
Pikaia e Peripatus: desprezíveis vermes.
Depois apareceu um peixe pulmonado, respirador direto de ar
atmosférico, dotado de nadadeiras lobadas, inquieto, que quis sair do mar raso
e perambular pelo continente, na terra. Depois, há 225, 200 milhões de anos,
virou mamífero: pequeno, esperto, um rato. Mamíferos prosperaram e se
diferenciaram, cresceram em tamanho e se difundiram pelos 12% habitáveis da
superfície do planeta.
Surgiram os símios, há 35 milhões de anos. Há 7 milhões,
apareceu nosso ancestral mais direto, humanoide, hominídeo: o Sahelantrophus tchadensis. Depois, surgiram dezenas de outros
australopitecos. Um em especial: o Homo erectus. Há 150 mil anos, um tal de Homo sapiens sapiens, convivendo com seus primos Cro-magnon e Neanderthal. Vêm evoluindo sobre o planeta.
Deu nisso: essa raça de animais bondosos que cultuam entes
etéreos e massacram os civis sírios. Somos nós, no esplendor de nossa glória.
Alguma coisa há, no entanto, para apreciar. Mas não muito...
Massacres, genocídios, holocaustos, assassinatos são a forma
nossa específica de conviver e exterminar nossos dessemelhantes. Desde Javé,
desde o Deuteronômio e os Números.
Sabe-se que dos 57 milhões de mortes naturais ou não,
anuais, de seres humanos, um a dois milhões são exterminados por ação assassina
direta de outros seres humanos, provisoriamente mais poderosos.
Com razoável precisão, calculei que sobre o manto duro da
Terra, há 10.000 anos, jazem os despojos de 975 milhões de seres humanos por
nós assassinados. O cadáver de cada homem exterminado precocemente, por ação
criminosa de outro, clama e pesa na consciência de cada um de nós, homens
decentes. Ou não?
Nossos mecanismos de negação da realidade do que consistimos é, sempre, tão eficaz assim? Isso
porque, ainda assim, a Vida é Maravilhosa.
O grande biólogo, paleontólogo e divulgador científico de
coisas difíceis, tais como a evolução revelada em toda a parte pelos fósseis, por todo o mundo, o escritor
Stephen Jay Gould, escreveu magnífico livro com este título:
Vida maravilhosa. Edição em
português, sem data (2.000?) e sem editora, obtive exemplar usado, pela
internet.
O grande biólogo, paleontólogo e historiador traça a notável
trajetória dos achados de dezenas de filos de animais de corpo mole,
descobertos por acaso, em 1909, pelo grande cientista norte-americano Charles
Walcott, no Parque Nacional Yoho, em Burguess Shale, nas Montanhas Rochosas da
Columbia Britânica, no Canadá. Chegou à atordoante conclusão de que, se a
“fita” da evolução pudesse retroceder e ser repetida, a evolução dos seres
vivos não se daria da mesma forma. Por sorte, por acaso feliz por parte de quem
estava preparado para deparar com a oferta generosa da natureza, desvendou-se
de vez, com o que já se sabia: no período Cambriano, na Terra, houve, por acaso
e por necessidade, uma explosão de vida multicelular, com uma centena de padrões
de desenhos corporais os mais esquisitos (filos, Bauplans), com o povoamento do planeta, a
seguir, por cerca de 50 bilhões de seres vivos.
As cinco grandes extinções, aliadas ao desgaste dos seres
vivos em exaustão, pela passagem do tempo geológico de dezenas de milhões de
anos, causaram o desaparecimento de 99,4% desses 50 bilhões de tipos de seres
vivos. A maioria deles, pluricelulares, de corpo mole e macio, incapazes de
serem preservados por simples e mera dissolução nas reservas inultas dos poços
ctônicos do planeta.
Por isso, Burguess Shale é um presente, uma dádiva, uma
prova magnífica, marcando o que foi e o que é a evolução da vida maravilhosa em
nosso mundo, agraciado com as prerrogativas únicas favoráveis que os bons
cosmólogos houveram por bem nominar Cachinhos Dourados.
Vá lá você saber o que isso significa. Está em Um abreviado de quase tudo.
Vida maravilhosa não é um belo, belíssimo título? Expressivo e encantador.
Melhor que O Universo numa casca de noz. Livro do
Stephen Hawking. E se
você rastreia, este título está em uma fala de Hamlet, e Vida maravilhosa é um verso de Shakespeare. Toda
inteligência moderna fulgurante rouba da maior inteligência que já viveu sobre
a face da Terra. Às vezes, extrapola, como Marx, e vai-se espojar em Lucrécio:
[...] a cada um segundo sua necessidade e sua capacidade.
Lucrécio, discípulo romano do grande Epicuro, maior
humanista pré-científico da História, aquele que intuiu e sabia quase tudo o
que, nós leigos, sabemos, cientificamente, hoje.
Shakespeare, aquele cujo psiquismo (cuja mente) é o
horizonte além do qual, até hoje, não podemos enxergar e ultrapassar.
Lucrécio e Shakespeare nos induziram a procurar, encontrar
ou conceber um além transcendente sem credo e sem fé. Christopher
Hitchens, George Orwell, Richard Dawkins, Harold Bloom, Michel Onfray cursam
essa senda.
O que nós, os brilhantes, queremos, como já disse, é um pão do espírito melhor do
que o (mero) trigo é capaz de fazer.
Big
Bang > Via Láctea > Burgess
Shale > Pikaia >
Anfioxo > Peripatus
> Peixe pulmonado >
Mamífero > Símio
> Homo > Nós.
BIG BANG: Início de nosso universo,
há 13,7 bilhões de anos.
Radiação cósmica de fundo captada pelo satélite
COBE, indicando variações de temperatura de milésimos de graus centígrados,
evidenciando flutuações da densidade da matéria do cosmo. Essas flutuações
foram as "sementes das coisas", que deram origem às galáxias no jovem
universo.
A imagem captada pelo telescópio europeu Planck: confirmação
de um universo plano e em expansão.
Matéria e energia escura: nos interstícios da trama luminosa das galáxias, há imensas áreas aparentemente vazias, nas quais se presume pontificar a matéria escura e a soberana energia escura.
Vortilhões de galáxias.
Que admirável mundo novo que tem tais pessoas dentro dele - exclama Miranda, em A tempestade, de Shakespeare.
Vida maravilhosa exalta a epifania do aparecimento e
a vigência da vida diferenciada complexa sobre o Planeta. Nossas maravilhas
cheias de vitalidade, no entanto, acabam por introduzir naquilo que é, o
fermento do que não é. E felizes somos
pela prevalência de nossa cada vez mais depurada autoconsciência do propósito
de saber.
Ver a vida como ela é. Sabendo que a vida se enegrece em
contato com a verdade e com a realidade.
Apesar da estupidez e da ignorância dos homens, da corrupção
inerente ao exercício do poder, da ganância gerada pelo dinheiro sempre em
falta, apesar do crime e da guerra, a sociedade civilizada funciona, civiliza e
segue adiante, conduzida por Varuna e pelos Homens Bons.
A decência nas atitudes e a integridade intelectual caminham
junto com os estocásticos achados da ciência para nos servir como diretiva
ética de qualidade. Vida maravilhosa é nossa única dádiva.
Energia Escura: ainda desconhecida. Compõe 73%
do Universo.
Matriz geratriz de tudo.
Matéria Escura: compõe 23% do Universo. Não
interage com a luz.
Composição cosmológica: a matéria bariônica
luminosa dos 120 – 150 bilhões de galáxias corresponde de 3% a 5% dos
componentes do Universo.
Estromatólitos: estruturas marinhas devido à acumulação de
bactérias, lodo e carbonato de cálcio durante bilhões de anos.
Edicaran ou Ediacaran: seres fósseis pré-cambrianos, datados
de 700 milhões de anos, de corpo diploblástico, encontrados nos Montes
Ediacaran, na cadeia Flinders, no sertão australiano, ao norte de Adelaide, a
partir de 1946.
Estão
disseminados em todos os continentes.
Mapa de localização de Burgess
Shale, na Colúmbia Britânica, nas Montanhas Rochosas do Canadá.
Nicho de Burgess Shale, no Canadá.
SERES FÓSSEIS COM FORMAÇÕES CORPORAIS (FILOS, BAUPLANS)
INUSITADOS, DATADOS DE 510 A 505 MILHÕES DE ANOS. JÁ EXTINTOS. ENCONTRADOS A
PARTIR DE 1909, EM BURGESS SHALE.
Marella: o mais abundante fóssil encontrado.
Odaraia. Dotada de numerosos apêndices birremes, que podem ser vistos através da carapaça tubular transparente. Com dois grandes olhos frontais e curiosa cauda em telso dotada de três grandes lobos.(Desenho de Marianne Collins).
Canadaspis. É um crustáceo verdadeiro. Os cinco segmentos da cabeça possuem dois pares de antenas e tres pares de apêndices posteriores à boca. É um protótipo de animais modernos. (Desenho de Marianne Collins).
Habelia. Artrópode tuberculado. (Desenho de Marianne Collins).
Anomulocaris. Possui um par de grandes olhos sobre pedúnculos curtos e um temível conjunto de armas em torno da boca (dentes).
Sarotrocercus. Um minúsculo artrópode, nadando de costas. Observe os olhos grandes, o vigoroso par de apêndices alimentares e os ramos branquiais, presumivelmente usados para natação. (Desenho de Marianne Collins).
Naupilus
Hallucigenia. Sustentado por seus sete pares de escoras, apoia-se no fundo do mar. Representa a diversidade e a singularidade de estruturas anatômicas geradas no pré-cambriano. (Desenho de Marianne Collins).
Sidneia. Artrópode merostomóide, pertencente ao grupo dos quelicerados, precursor dos escorpiões, das aranhas e dos carrapatos.(Desenho de Marianne Collins).
Triarthrus. Numerosos segmentos similares de um artrópode primitivo, tal como pode ser visto neste trilobito.Com exceção das antenas centrais, todos os pares de apêndices são semelhantes e birremes. Cada segmento do corpo possui um par. A) Visto de cima. B) Visto de baixo. Extraído de Zittel.
Canadia. Poliqueto, encontrado em Burguess Shale, Canadá. Precursor da minhoca. alimenta-se de restos de organismos mortos. (Desenho de Marianne Collins).
Quatro grupos de artrópodes: a) Inseto. b) Chelicerato. c) Crustácea. d) Trilobito.
Pikaia gracilens: o mais antigo cordado que se
conhece no mundo. Observe as características do nosso filo: as faixas
músculares em forma de V e o notocórdio, uma haste enrijecida que se estende
dorsalmente ao longo do corpo e que, posteriormente, se transformou em nossa
coluna vertebral.
Peixe de nadadeiras lobadas: o primeiro animal aquático a se aventurar na terra firme, dando origem a todos os animais terrestres.
a) Era devoniana, quando a terra aguardava cheia de promessa pelo êxodo dos peixes que viriam habitá-la. Incorporando essa colossal transição, temos a fundamental descoberta, no canadá, do Tiktaalik, b) e c). Recente achado fóssil (416 a 360 milhões de anos).
Ancestral de todos os mamíferos: morganucodontídeo, rato insetívoro de cerca de 250 gramas, surgido por volta de 210 milhões de anos. É encontrado em Gales, Junnam (China), na Europa e no Rio Grande do Sul.
Ovos depositados em larva paralisada pelo veneno da vespa Ichneumonidae devoram e se desenvolvem em um arranjo que não justificaria a idéia de um deus bondoso operando no Universo, o que horrorizou Charles Darwin.
Peripatus accacioi: verme fóssil vivo há 225 milhões de anos no Vale do Tripuí, em Ouro Preto.
Vale do Tripuí: relicto de Mata Atlântica, em Ouro Preto-MG.
Sequoia sempervirens: maior ser vivo, mais alto, com até 105 metros de altura, 9 metros de diâmentro no tronco, mais pesado, com peso equivalente a 600 elefantes africanos e longevidade de até 3.500 anos.
Sequoia PRESIDENTE.





































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